29 dezembro 2010
Feliz 2011!
Eu quero paz no meu coração..."
Assistam este video... e sintam-se abraçados.
Feliz 2011!
23 dezembro 2010
25 junho 2010
Panis et Circenses!
Soltei os panos sobre os mastros no ar
Soltei os tigres e os leões nos quintais
Mas as pessoas da sala de jantar
São ocupadas em nascer e morrer..."
Vivo rodeada de pessoas que moram na sala de jantar. Algumas tem passado a vida toda lá. Uma vida de detalhes, de minúcias. Ocupadas em nascer e morrer. Ou em não morrer. Mas deixando a essência afogada num mar de frivolidades, como se algo material pudesse suprir a carência de paz que vivemos.
A plenitude não mora na sala de jantar.
"As folhas sabem procurar pelo sol e as raízes procurar, procurar..."
- Mas sem raízes uma árvore não para em pé - dirão uns.
Mas é preciso parar em pé? Stagnar, criar raízes, perder a mobilidade, privar-nos da liberdade?
O Espírito não tem tem raízes, não tem amarras, não entende limitações. O sustentáculo do Espírito é procurar o alto, em direção à luz.
A vastidão do Universo vai muito além das paredes da sala de jantar. E eu nasci pra folha, não pra raiz.
08 junho 2010
O Planeta é de todos
01 junho 2010
30 maio 2010

não existem brancos.
não existem amarelos.
não existem negros.somos todos arco-íris.
18 maio 2010
A Fábula dos Dois Lobos

Uma noite, um velho índio Cherokee contou ao seu neto sobre uma batalha que acontece dentro das pessoas.
Ele disse:
- Meu filho, a batalha é entre dois lobos dentro de todos nós.
Um é mau: é a raiva, a inveja, o ciúme, a tristeza, o desgosto, a cobiça, a arrogância, a pena de si mesmo, a culpa, o ressentimento, a inferioridade, as mentiras, o orgulho falso, a superioridade e o ego.
O outro é bom: é a alegria, a paz, a esperança, a serenidade, a humildade, a bondade, a benevolência, a empatia, a generosidade, a verdade, a compaixão e a fé.
O neto pensou naquilo por alguns minutos e perguntou ao seu avô:
- Qual o lobo que vence?
O velho Cherokee simplesmente respondeu:
- O que você alimenta.
17 maio 2010
12 maio 2010
A DÁDIVA DO ESQUECIMENTO

Quando consideramos a multiplicidade das existências é natural que a qualquer hora sejamos surpreendidos por uma profunda dúvida: “Porque então não nos lembramos de nada do que já vivemos?”.
Eu já passei algum tempo com essa questão me rondando, porém não tive ímpetos de me aventurar no desvendar do passado, acreditando que, se chegamos aqui sem nos lembrar, melhor é conformar-se e deixar tudo como está.
Com o passar do tempo, a leitura de alguns bons livros e a conexão com a espiritualidade me esclareceram e fizeram serenar minhas inquietações a esse respeito.
Compreendi que o esquecimento é uma dádiva divina, uma oportunidade justa de pormos à prova nosso comprometimento em fazer a coisa certa desta vez. Se chegássemos aqui sabendo o que viemos resgatar não haveria mérito no cumprimento da tarefa. A verdadeira prova é estarmos submetidos às vibrações inferiores da Terra e ainda assim sustentarmos a firmeza nos propósitos assumidos para esta vida, enfrentando a dura caminhada e escapando ilesos da tentação de sucumbir aos atalhos fáceis. A máxima “eu não pedi pra nascer” já virou lenda e quem se apega a essa crença está desperdiçando a chance de saber a que veio. Acredito que se estamos aqui é por nossa própria escolha, pois temos ciência de nossas dívidas com o planeta ou com nossos semelhantes e mais, aceitamos, e até pedimos, as condições em que nascemos ou que nos são apresentadas durante a vida.
Sendo a existência uma constante evolução não é difícil imaginar que já fomos seres menos esclarecidos e menos conscientes do que somos hoje. Então, o esquecimento torna-se fundamental, pois se acaso soubéssemos os males que já causamos a outros e/ou a nós mesmos, talvez ficássemos remoendo as culpas sem conseguir prosperar. Retornar livre do pesado fardo das memórias é ter a chance de poder re-pintar um velho quadro com novas tintas.
Além de esquecermos nosso passado, acabamos nos esquecendo também da nossa missão pessoal, o motivo-chave que nos trouxe até aqui, nosso papel no mundo. Muitas pessoas sentem uma ansiedade, uma sensação incômoda a lhes acompanhar e por vezes passam a vida toda sem descobrir que o desconforto é a luta que está sendo travada entre a consciência e as atitudes, por estar trilhando um caminho diferente da rota traçada no plano espiritual. O segredo é querer saber “o que eu vim fazer aqui?”, pois ao contrário da necessidade de esquecimento do passado, a busca pela missão é o alimento do Espírito e descobri-la é a força-motriz que nos impulsiona à ação e nos coloca a trilhar o caminho reto. Reto, certeiro, sem desvios e na retidão da conduta.
Recordar a missão é possibilidade ao alcance de qualquer um que tenha um desejo legítimo de desvendá-la. E é fantástico quando isso acontece, a vida colore-se, portas vão se abrindo e ligando fatos, pessoas, acontecimentos, tudo passa a fazer sentido, e as dificuldades são encaradas com abnegação e coragem, não com temor ou desânimo. E a chave que abre a porta que guarda sua missão é a fé.
Se estamos aqui hoje, nossa história já tem grosso livro escrito. E essa vida é uma página em branco oferecida generosamente por Deus para escrevermos um novo belo capítulo da nossa existência.
O que você pretende deixar escrito sobre você?
E, parafraseando Chico Xavier - ou Emmanuel -: “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora, a fazer um novo final”.
06 maio 2010
Água da Paz
Uma lição para levar por toda vida!Certa feita, o Espírito de Dona Maria João de Deus, mãe de Chico, compareceu e aconselhou-lhe:
O Médium baixou então, os olhos, desapontado. Compreendera que a mãezinha lhe chamava o espírito à lição da humildade e do silêncio.
05 maio 2010
para me sentir,
para me sentir
precisei sentir tudo,
transbordei,
não fiz senão extravasar-me,
despi-me, entreguei-me,
e há, em cada canto da minha alma,
um altar a um deus diferente.
(Fernando Pessoa)
Tolerância religiosa; como isso pode ser tão complicado?
Se o propósito da religião alheia for o bem, que sentido há em criticá-la?
Que importância tem se o nome do deus é Jesus, Buda, Oxalá, Tupã, Alá ou Jeová? Eles não trazem as mesmas mensagens de formas diferentes?
Há nexo em julgar o seu Deus melhor que o do outro, se foi o mesmo Deus – não importa o nome que o chame - quem nos criou?
Quantos atos absurdos já foram cometidos tendo Deus como justificativa?
O que devemos parecer aos olhos do Criador, julgando, condenando, punindo e agredindo para impor ao outro uma versão de Deus?
Situações sem sentido, perguntas sem resposta...
___________________
Giberto Gil e Marisa Monte interpretam lindamente este poema musicado, que cita 77 nomes de Deus, um tributo ecumênico em nome da paz universal entre crenças.
03 maio 2010
NOSSO LAR
23 abril 2010
Meditação Transcendental
Para meditar,
o homus modernus ocidentalis
cruza as pernas
deixa as costas eretas
os braços relaxados
concentra a atenção num ponto
e, assim imóvel em
pensamento e ação,
liga a televisão.
(Ulisses Tavares)
A TELEVISÃO ME DEIXOU BURRO MUITO BURRO DEMAIS
Há algum tempo resolvi parar de ler jornais e de acompanhar os noticiários. Aliás, praticamente não assisto mais televisão.Confesso que, tempos atrás assistia novelas e alguns seriados, como se fosse uma necessidade básica de integração social, pra não ficar por fora do papo com os colegas de trabalho na hora do almoço. Hã... é... tudo bem, assumo a tentativa de dissimulação; assistia porque gostava mesmo.
Porém, em determinada fase da minha vida, quando comecei meu despertar para horizontes além da antena parabólica, uma certa vergonha de assumir que era telespectadora destes programas foi se apossando de mim. Até que finalmente, num ímpeto libertador, troquei a TV pelos livros e só então dei conta da tamanha perda de tempo com assuntos que não me acrescentavam absolutamente nada! Ao contrário, quando ouço pessoas comentando sobre o capítulo da novela, vejo quão negativa é a influência deste tipo de programa no comportamento social, banalizando atitudes no mínimo desprezíveis como traições, mentiras, trapaças, violência, e até mesmo assassinatos.
Os incontáveis programas de auditório, comandados por apresentadores de talento e/ou QI duvidoso, reeditaram a velha e desgastada fórmula música e performances e tornaram-se palcos para sensacionalismos baratos, enquanto outros servem de tanque para “lavar roupa-suja” de gente que precisa dividir suas crises domésticas com o Brasil todo. Ainda não cheguei à conclusão se é falta de dignidade ou reivindicação aos 15 minutos de fama profetizados por Andy Warhol.
E o que dizer sobre a proliferação dos reality-shows? Um modismo que vem satisfazer uma massa que se afeiçoou ao não pensar. Uma receita eficaz para fazer com que as pessoas se interessem cada vez mais em comentar e criticar a vida. Dos outros. E, obviamente isso ultrapassa o limite do próprio sofá, gerando análises incrivelmente fúteis sobre o flagra da cantora famosa, a roupa da vizinha, o carro do cunhado e outras infindáveis observações de total irrelevância para quem ouve, assim como para quem as profere. Ou se preferir a definição popular, a fofoca.
É lamentável o fato que entre as dez revistas mais lidas no Brasil sejam seis delas destinadas a invadir a privacidade e escarafunchar a vida alheia. É preocupante constatar que no “horário nobre” da TV aberta, em que se concentra a maior audiência televisiva, os programas sejam ou as lastimáveis novelas ou os telejornais recheados de notícias que pretendem mais impressionar que informar.
O que se pode esperar, em termos de consciência político-sócio-ambiental, de um povo que deglute satisfeito todas essas mazelas?
O poder da mídia é inquestionável e, portanto, traz consigo enorme responsabilidade, já que toda notícia ou matéria expressa uma versão de um fato e não propriamente o fato. Por incontáveis vezes, quando coloquei em dúvida a veracidade de alguma reportagem - mencionando que uma publicação nada mais é do que uma opinião pessoal e parcial de quem tem espaço na mídia ou paga por isso – invariavelmente ouvi a mesma resposta: “claro que é verdade, pois saiu no jornal!”. Dessa forma, a mídia detem a decisão de dominar ou instruir, de manipular ou esclarecer de impressionar ou informar. Perde, no entanto, valiosas oportunidades de agir em favor de melhorias do senso comum, de trabalhar para elevar os valores morais da população, de educar cidadãos, alertando sobre o impacto de suas atitudes no coletivo e orientar suas atitudes para o bem comum. Poderia ser sensacional, mas opta por ser sensacionalista.
Para alguns, após a minha decisão me tornei alienada, mal-informada. Bem, acreditando que o homem é produto do meio, penso que cada um possa ser responsável por moldar o seu meio, mediante as escolhas do que deixa influenciar a sua vida. Gentileza gera gentileza, assim como gente lesa gera gente lesa. Eu fico com a primeira turma.
No meu entender, as pessoas que não questionam a qualidade da atual mídia é que sofrem de alienação sobre o verdadeiro sentido da vida. Eu optei apenas por não mais servir de marionete.
22 abril 2010
Dia da Terra

12 abril 2010
Chico Xavier, o Filme
25 março 2010
NOSCE TE IPSUM

Quem é você?
O que você responde ao ouvir esta pergunta? É bem provável que, sem muito pensar, você se auto-defina por sua profissão, cargo ou título, num resumo simplista e mecânico.
Mas quem é você realmente? Quem é o seu EU essencial?
Qualquer descrição e até mesmo nosso nome são limitantes e nos enquadram com uma moldura ilusória dentro do que usamos chamar de realidade. Não somos José ou Maria, apenas estamos José ou Maria.
O questionamento “quem sou eu?” é a pergunta essencial do ser humano e nos conduz a duas buscas intrínsecas: acerca de nós mesmos, já que nos convida a um mergulho interior (quem sou eu essencialmente) e, ao mesmo tempo, busca sentido para o nosso papel no todo (quem sou eu nesse mundo, o que faço aqui, porque existo).
O filósofo grego Sócrates, ao consultar o oráculo no templo de Apolo, deparou com uma inscrição situada acima do portal de entrada: Nosce te ipsum – Conhece-te a ti mesmo -, que tornou-se as bases de sua filosofia, tal a importância desse questionamento.
Todas as respostas já estão dentro de nós, toda a verdade universal, assim como o amor e a consciência divina e nosso papel aqui é a eterna busca por aprender a acessá-las completamente.
A pergunta complementar a “quem sou eu?”, é “o que eu quero ser quando crescer?” (espiritualmente), que me remete ao maravilhoso pensamento de Dom Bosco: “O que somos é um presente de Deus, o que nos tornamos é o nosso presente para Ele”.
Conhece-te a ti mesmo!
Eu, particularmente, não sei se alcançarei essa compreensão tão logo, mas jamais desistirei de tentar.
Quem sou eu? É a única pergunta que vale a pena ser feita e a única que jamais é respondida.
É seu destino desempenhar uma infinidade de papéis, mas esses papéis não são você.
Um Mago não acredita ser um evento localizado que sonha com um mundo maior. Um Mago é um mundo que sonha com eventos localizados.
16 março 2010

"O rio passa ao lado de uma árvore, cumprimenta-a, alimenta-a, dá-lhe água... e vai em frente, dançando. Ele não se prende à árvore.
A árvore deixa cair suas flores sobre o rio em profunda gratidão, e o rio segue em frente. O vento chega, dança ao redor da árvore e segue em frente.
E a árvore empresta o seu perfume ao vento...
Se a humanidade crescesse, amadurecesse, essa seria a maneira de amar."
(Osho)
Ensinamentos para uma vida mais consciente, plena e equilibrada

Desconheço a autoria deste texto, porém seus ensinamentos possuem chaves importantes para quem está na constante busca de auto-aperfeiçoamento.
Ensinamentos para uma vida mais consciente, plena e equilibrada 1. Todos nós, ao nascer, ganhamos um espelho. Este espelho é, então, colado no nosso peito. E assim vivemos toda a nossa vida, refletindo o outro e vendo no (espelho do) outro o nosso reflexo. Hermann Hesse disse : “Se você odeia uma pessoa, odeia algo nela que faz parte de você. O que não faz parte de nós não nos incomoda.” 5. Tudo no Universo tem duas polaridades: yin/yang, masculino/feminino, positivo/negativo, etc. As emoções e os sentimentos também tem duas polaridades: o outro lado da tristeza é a alegria, do medo é a coragem, da raiva é a energia de realização, do ódio é o amor e o perdão, da ansiedade e da angústia é a calma e o centramento, da baixa auto-estima é a confiança em si mesmo, enfim, nosso grande trabalho de transmutação é estar constantemente reequilibrando estas polaridades. Os hindus diriam que devemos estar sempre transmutando Tamas e Rajas em Sattwa, isto é, trazendo sempre os pensamentos, sentimentos e atos densos, limitadores e negativos, para as freqüências mais sutis. 11. Adote a pergunta: “O que é que eu tenho que aprender com isso?”. Todas (todas mesmo) as coisas que nos acontecem, vem para nos ensinar. A vida está sempre fazendo suas arrumações para que possamos aprender e evoluir. Por isso alguém já disse: “cuidado com o que você deseja pois pode acontecer!”. Nós costumamos achar que quando pedimos a Deus alguma virtude, Ele vai milagrosamente introduzir esta virtude em nossa mente e de repente ficamos pacientes, ou disciplinados, ou tolerantes. Provavelmente o que a vida fará é te proporcionar situações que vão te fazer desenvolver aquela virtude. Se você pediu paciência, provavelmente vai atrair pessoas que vão te fazer perdê-la, e aí é que estará o seu aprendizado. 12. Gastamos grande tempo mental ficando angustiados por um passado que não podemos mais mudar e/ou ficando ansiosos por um futuro que ainda não chegou. Outra grande parte, ainda, gastamos sonhando acordados, delirando os nossos sonhos e desejos. E aí duas coisas ocorrem: uma: sobra pouco tempo para a consciência do aqui-e-agora, o presente, que é onde efetivamente a vida acontece; duas: quando precisamos da mente para as coisas que ela foi feita para funcionar – a nossa vida humana diária – esta mente tem dificuldade em se concentrar, em estar presente, inteira, poderosa, centrada. 13. Infelizmente, ainda vivemos sob a ideologia do “ganha-perde”, ou seja, temos muito incutida em nossa cultura a idéia de que para se ganhar alguém precisa perder. É assim que se construiu, por exemplo, o sistema capitalista. Também é seguindo esta filosofia que está-se destruindo nosso planeta. E é desse ganha-perde que estão impregnadas as nossas relações (lembra da lei de Gérson?). Não só no sentido profissional e financeiro, mas também no emocional e no afetivo. 14. Atente para a sincronicidade. Uma escritura hindu diz: “Nenhuma folha de grama se mexe sem uma razão”. Nada é casual, mas tudo é intrinsecamente causal. Um outro mestre disse: “nós falamos com Deus através da oração, e Ele nos fala através da sincronicidade”. O Dr. Jung percebeu que era esta qualidade da Criação que fazia com que as artes divinatórias (I Ching, Tarot, Runas, Búzios) funcionassem. Todo o Universo é Um, portanto tudo é interrelacionado. E a Lei do Karma é quem disciplina este interrelacionamento. Atente para os sinais! O tempo todo o Universo está interagindo com você! Estar atento à sincronicidade desenvolve a intuição e a expansão da percepção do movimento consciente e multidimensional do Universo. 15. E finalmente – e sobretudo - “não faças aos outros o que não queres que te façam” ainda é a regra de ouro. Viver integralmente assim te torna efetivamente consciente, pleno e equilibrado. |




