Há tanto dentro de mim que às vezes não cabe... é preciso extravasar...
Deixo aqui um pouco das minhas ideias, dos meus pensamentos. E também propago os ideais de famosos deste e de outros tempos, pois acreditar num mundo melhor ainda é vanguarda!






08 fevereiro 2010

Hoje é o aniversário de nascimento da minha avó. Ela "fez a passagem" no ano passado, depois de algum tempo doente. Minha tia, que morava com ela, continuou morando na mesma casa, com o mesmo número telefônico. Outro dia fui telefonar pra ela e, ao consultar a agenda, o nome do contato ainda era o da minha avó. Substitui pelo nome da minha tia, mas a sensação foi muito estranha, eu estava apagando minha avó da minha agenda, de repente ela se tornou um contato inexistente... A vida é mesmo muito fugaz...
Parabéns, vó! Te amo!

2 comentários:

  1. Visitando novamente seu blog hoje, li mais uma vez esta postagem e me ocorreu a pergunta: quantas pessoas eu já apaguei da minha vida? Algumas, intencionalmente; outras, simplesmente por negligência. Dou-me conta disso, com certo desconforto, quando faço "limpeza" na agenda do meu celular. "Apago" pessoas. Porém, logo depois de ler a postagem, questionei: estaríamos nós apagando pessoas de nossas vidas, ou simplesmente agindo como a árvore, o rio e o vento da história de Osho?

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  2. Bem interessante sua visão.
    Há pessoas que fizeram parte da nossa história com maior ou menor ênfase, mas que a vida se encarrega de separar por algum motivo. Porque mudamos de cidade, ou nossos interesses em comum é que mudaram com o tempo, ou simplesmente porque o que tínhamos de viver juntos já se cumpriu. Não há razões para manter um contato de um ex-namorado na agenda, por outro lado há aquela amiga com quem a gente fala só nos aniversários e a amizade se mantém intacta!
    Porém há as pessoas queridas, com quem temos laços espirituais eternos, mas que seguem daqui antes de nós... essas podemos apagar da agenda, mas jamais do coração! E temos sim, que ser como a parábola de Osho, deixá-los seguir, guardar somente o que fica de belo, com a certeza de breve reencontro.

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